terça-feira, maio 11, 2010

238/2010 - foram estas mãos

... que escreveram (d)as mais lindas histórias, da História de Portugal.
Uma história de luta, dor e vontade.
Um homem e uma máquina.
Uma homem que domava o metal e o fogo...
Um Deus a quem dissemos adeus, enquanto ele, vestido de campeão, sorria para a morte que matando-o, tornou-o imortal.

11 Comments:

Blogger Rosa Oliveira said...

Este comentário foi removido pelo autor.

quarta-feira, maio 12, 2010 7:49:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.(...)
RL

quarta-feira, maio 12, 2010 10:52:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.(...)
Adriano C. O. & Manuel A.
RL

quarta-feira, maio 12, 2010 10:55:00 da tarde  
Anonymous Luis Varino said...

Dona Rosa Oliveira,

Na certeza deste comentário não ser talvez publicado, QUEM É A SENHORA PARA CRITICAR OU SEQUER INSINUAR SOBRE O GRANDE JOAQUIM AGOSTINHO.

Dedique-se aos seus comentários filosóficos e abstrai-se de comentar pessoas dignas e que fizeram HISTÓRIA, quer de Portugal quer do GRANDE Sporting.

Quer conversa, experimente uma casa de Chá ou sei lá o quê.

Luis Varino
Santa Margarida da Coutada

sexta-feira, maio 14, 2010 10:39:00 da tarde  
Blogger pedro oliveira said...

Luís, nem sempre todos atingem a profundidade da coisa.
Metal remetia para o metal da bicicleta e fogo para o calor que os cicclistas suportam.
Deus remetia para o Deus Vulcano.
Deus é ciclista?
Parece (não sei se esta história é verdadeira) que uma vez o padre Ilídio foi almoçar, de bicicleta, ao «Central Park». No regresso passa um jipe da GNR com o «caneta d´ouro» e pergunta:
- Então sô padre tudo bem?
- Sim... vou aqui com Deus.
- Então está multado que nessa bicicleta só pode ir um.
Desde esse dia o padre Ilídio anda sempre de carro; volto a frisar que não confirmo a veracidade desta história.

domingo, maio 16, 2010 9:18:00 da tarde  
Blogger Rosa Oliveira said...

Este comentário foi removido pelo autor.

domingo, maio 16, 2010 11:18:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Caro Pedro,
Nestes últimos comentários espelha-se a razão de a maioria dos comentários deste blog serem anónimos (ou inexistentes).
É a minha opinião (anónima) e será, com certeza, a opinião de mais alguns dos seus leitores cá da terra.
Porquê?
Responsabilidades repartidas.
Por algumas provocaçõezinhas forçadas e “infantis” do “editor” (por vezes em temáticas interessantes) que poderão dar azo a polémicas entre “vizinhos” numa terra pequena e provinciana.
E pelos comentários “assassinos” (anónimos ou não) que boicotam e afugentam qualquer um que assine, com o propósito de tolher qualquer réstia de opinião crítica nesta terra e, no limite, acabar com o “santamargarida”.

segunda-feira, maio 17, 2010 9:57:00 da tarde  
Blogger pedro oliveira said...

Cara pessoa anónima (das 9H57PM),

1.«Por algumas provocaçõezinhas forçadas e “infantis” do “editor” (por vezes em temáticas interessantes) que poderão dar azo a polémicas entre “vizinhos” numa terra pequena e provinciana.»

Concordo com a análise.
Às vezes provoco forçada e infantilmente, por exemplo, no «post» acima, Simão embrulhado em verde é, obviamente, uma casca de banana; o importante ali não é Simão, é Diego Forlan e Alexandra.
«Alexandra... é para ela que Diego joga, foi por ela que ganhou a Liga Europa» esta é frase chave, descodificadora do restante texto.
Como os quadros que têm sempre um ponto de fuga, Bosh, por exemplo não desenha umbigos em Adão e Eva, pinta-os de costas, os meus textos procuram ter, também um facto desestabilizador, um toque de ironia ou de humor que acada por retirar (propositadamente) uma carga densa e pseudo-intelectual ao que escrevo.
Não considero Santa Margarida da Coutada um terra nem pequena, nem provinciana; a nossa terra é tão boa que até temos treinadores/presidentes «estrangeiros» (este ano estive a ver com atenção as fotografias dos Relâmpagos e lá estou eu de capitão duma equipa onde jogava um tal «Mendonça de Tramagal») estou a brincar, sou muito amigo do sr. presidente António Pinheiro (grande lagartão) a quem tive o prazer de apertar a mão ontem em Montalvo

2. «E pelos comentários “assassinos” (anónimos ou não) que boicotam e afugentam qualquer um que assine, com o propósito de tolher qualquer réstia de opinião crítica nesta terra e, no limite, acabar com o “santamargarida”.»

Aqui não concordo.
Os comentários estão «trancados» precisamente, por causa de comentários que estiveram publicados, publiquei-os e a pessoa em causa voltou à carga, tipo, eu faço o que quero no teu «blog», tu és isto e és aquilo... enfim, as atitudes ficam com quem as toma.
Assumi desde o início uma atitude intransigente de defesa das pessoas que aqui comentam; sei, contudo, que uma coisa é a instrução (os canudos que se coleccionam) e outra é a educação.
Uma pessoa educada é sempre uma pessoa humilde com capacidade para aprender, um Rui Costa, um Ricardo Carvalho, um João Moutinho, por exemplo; uma pessoa mal-educada, é sempre um pintas arruaceiro, um Luís Filipe Vieira, um Sá Pinto ou um Octávio Machado.
Concluindo, ninguém, tem de ter medo de nada... cá estarei para proteger quem quiser escrever e assinar, sem medos.

segunda-feira, maio 17, 2010 10:31:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Olhe que não foi assim tão linear conforme acaba de afirmar (comentário das 10.31). Digo-lhe sinceramente que nada me move contra qualquer força politica concelhia, pessoa ou instituição em particular, contudo julgo poder ter opinião sobre um qualquer assunto em discussão, ou vários até. Não tenho culpa se posso estar mais ou menos informado que outro qualquer cidadão sobre um tema diverso, eu preocupo-me em estar informado. Mais, o Sr. que estudou (está-nos sempre a lembrar essa faceta) sabe que a verdade absoluta não existe, que determinado facto ou história pode ter várias interpretações (é da filosofia), o pensador atribui determinado sentido à sua obra, mas o mesmo é alterado ou subvertido ao conceito de quem o lê. Ora como o amigo bem se deve recordar, a determinada trecho dos meus comentários aos posts que colocou, comecei a ser estupidamente maltratado por outro comentador que faz questão de ser seu amigo (segundo depreendo, aliás está no seu direito, estamos em democracia) e sabe qual foi a «protecção» que recebi do moderador do blog? ZERO, simplesmente ZERO.
Para essa personalidade, cujo nome me abstenho de mencionar (não pretendo dar visibilidade a quem não tem «pinta» para tal), que se tem em tão boa conta, passei a ser um alvo a abater e porquê? Só por opinar? Por conseguir reunir discernimento suficiente para formar opinião? Quem é ele para achincalhar quem não conhece? Por acaso fui alguma vez indelicado nalgum comentário? E se estivesse a meter a mãos pelos pés, a dizer coisas sem nexo, é ele o «dono» do blog? O único que se manifestou foi ele, estava com medo de quê? Esquece-se é que cada ser humano é dotado de intelecto e nunca devemos menosprezar os nossos opositores.
Asseguro-lhe que não fui autor nem moral e muito menos material, de alguns comentários menos próprios que vi amiúde depois disso, não fui mas vontade não me faltou (a minha educação não me permite chegar tão longe). Agora também lhe digo, o conceito de inteligência de algumas pessoas, a arrogância com que se exprimem, não auguram nada de bom quanto à personalidade dos autores... São como algumas senhoras de índole dúvidosa, muito bonitas por fora e por dentro é só m.....!
Portanto e para finalizar, porque o discurso vai longo, o Sr. devia adoptar outra postura na relação com os seus visitantes e colaboradores, não dê demasiada importância a quem não consegue formular pensamentos próprios, a essas pessoas dá-se um nome feio que me escuso a registar.
O Politico Residente

segunda-feira, maio 17, 2010 11:34:00 da tarde  
Blogger pedro oliveira said...

Caro Político Residente,

Eu dou-me ao trabalho de assinar tudo o que escrevo (daí a sardinhada à borla em Setúbal; cf. com «post» acima [comentários no «post dos Josés]).
O meu amigo, às vezes, esquece-se de assinar.
Quanto ao Eng. Rui Pires (presumo que é a ele que se refere) já falei com ele e sobre ele várias vezes neste «blog».
Reconheço-lhe muitas qualidades e alguns defeitos.
Julgo que nem o Rui me considera como «amigo íntimo» nem eu a ele; é estimulante, intelectualmente, para os dois conversarmos sobre a Terra em geral e sobre a nossa «terra» em particular.
Somos pessoas muito diferentes convergimos em algumas coisas...
Por alguma razão não fui candidato a nada nas últimas autárquicas, porque teria sido?
Posto isto.
Sou um gajo que detesta os sub-entendidos e as palavritas, falo, publicamente, em voz alta com toda a genta e digo o que penso.
Há poucos meses estanva em Constância nos «Pezinhos no Rio» e discutia, acaloradamente, política concelhia com uma destacada militante do CDS/PP (minha grande amiga) a filha olhava-me segurava o braço da mãe e dizia, por entre um sorriso tímido... falem mais baixo.
Não foi para se falar mais baixo que se fez o 25 de Abril.
A mim (a nós) não nos calam.

terça-feira, maio 18, 2010 12:02:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

O senhor Político Residente que me desculpe mas tenho de meter o bedelho só mais um bocadinho. Ora, não é verdade que não tenha alguma vez ofendido quem não conhece. Veja-se o seu historial de comentador inusitado. O senhor tem apregoado (apesar da recente calmaria) o insulto encapotado e tristemente anónimo. Até podia ser apenas um insulto no meio de milhares de comentários (são mesmo muitos!)! A verdade é que há quem não tenha pachorra para o ler e acredito que a baixa no nº de visitas nos blogs desta terra tenham a ver com a sua arguta mas displicente e vazia opinião.
É engraçado estar sempre a falar e a relembrar as pessoas dos estudos que têm ou não têm, como que arranjando desculpas ou protecções para algum erro que cometa. Isso é cobardia. Para opinarmos com sensatez sobre alguns assuntos devemos especializar-nos neles. Não que não seja importante falarmos de vários assuntos mas do que não conhecemos totalmente aconselha-se salutarmente que nos abstenhamos de grandes comentários ou, melhor, quando a tentação da originada pela falta de irrigação cerebral assim o propicia, que façamos perguntas, simplesmente. Alguém há-de dar uma resposta mais informada. E se tal não acontecer volta-se a fazer outra pergunta. Cumprimentos ao senhor político residente, ou, pelo que tenho lido, apolítico residente.
Já tinha saudades minhas, confesse!

quarta-feira, junho 02, 2010 10:57:00 da manhã  

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